Castas: Baga e Touriga Nacional
Álcool: 13%
Produção média: 9 000 garrafas
Algumas das suas uvas Baga provêm de vinhas velhas, mas nos anos em que não há garrafeira tinto e há reserva tinto, a totalidade das uvas das vinhas velhas destina-se a este vinho. Essas uvas são fermentadas entre 5 a 8 dias em lagar aberto e sem desengace (não se retiram os bagos do cacho). Depois, é feita uma remontagem com massas de madeira, várias vezes ao dia, até atingirem a intensidade correta. De seguida, o vinho acaba a fermentação em tonéis de madeira já antigos. Enquanto repousa é passado a limpo e estagia nos mesmos tonéis cerca de 18 meses. É engarrafado sem qualquer colagem ou filtragem. Todos estes processos são feitos manualmente.
Tipologia | Vinho Tinto |
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País | Portugal |
Região | Bairrada |
Estilo | Tinto elegante e equilibrado |
Casta | Baga, Touriga Nacional |
Ano | 2019 |
Capacidade | 75cl |
Enólogo | Mário Sérgio Alves Nuno |
Teor alcóolico | 13,5% |
Acidez |
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Doçura |
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Corpo |
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Taninos |
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Intensidade aromática |
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Harmonização sugerida | Carnes vermelhas grelhadas, Carne de tacho, Carne de Caça |
Prémios | Revista Grandes Escolhas - 17pts |
- Compre 3 por 13,25 € cada e poupe 5%
- Compre 6 por 12,56 € cada e poupe 10%
Castas: Baga e Touriga Nacional
Álcool: 13%
Produção média: 9 000 garrafas
Algumas das suas uvas Baga provêm de vinhas velhas, mas nos anos em que não há garrafeira tinto e há reserva tinto, a totalidade das uvas das vinhas velhas destina-se a este vinho. Essas uvas são fermentadas entre 5 a 8 dias em lagar aberto e sem desengace (não se retiram os bagos do cacho). Depois, é feita uma remontagem com massas de madeira, várias vezes ao dia, até atingirem a intensidade correta. De seguida, o vinho acaba a fermentação em tonéis de madeira já antigos. Enquanto repousa é passado a limpo e estagia nos mesmos tonéis cerca de 18 meses. É engarrafado sem qualquer colagem ou filtragem. Todos estes processos são feitos manualmente.
Sobre o produtor
"Lá vai o Fausto para a sua Quinta das Bágeiras". Foi assim que a população da vila da Fogueira deu o nome ao projeto criado por Mário Sérgio Alves Nuno, em 1989.
A sua convicção é simples: queria que os seus vinhos fossem feitos com métodos tradicionais, sem tirar lugar à evolução da viticultura e da enologia. É por isso que todas as uvas são colhidas à mão, que os tintos são feitos em lagares sem leveduras adicionadas, e os espumantes não têm açúcar residual. Mário Sérgio Alves Nuno acredita que a qualidade sem identidade de nada vale.