Partilhar

Quinta das Bágeiras Reserva Tinto

Em stock
SKU
DIST_21
13,95 €

Castas: Baga e Touriga Nacional
Álcool: 13%
Produção média: 9 000 garrafas

Algumas das suas uvas Baga provêm de vinhas velhas, mas nos anos em que não há garrafeira tinto e há reserva tinto, a totalidade das uvas das vinhas velhas destina-se a este vinho. Essas uvas são fermentadas entre 5 a 8 dias em lagar aberto e sem desengace (não se retiram os bagos do cacho). Depois, é feita uma remontagem com massas de madeira, várias vezes ao dia, até atingirem a intensidade correta. De seguida, o vinho acaba a fermentação em tonéis de madeira já antigos. Enquanto repousa é passado a limpo e estagia nos mesmos tonéis cerca de 18 meses. É engarrafado sem qualquer colagem ou filtragem. Todos estes processos são feitos manualmente.

Mais informações
Tipologia Vinho Tinto
País Portugal
Região Bairrada
Estilo Tinto elegante e equilibrado
Casta Baga, Touriga Nacional
Ano 2019
Capacidade 75cl
Enólogo Mário Sérgio Alves Nuno
Teor alcóolico 13,5%
Acidez
Doçura
Corpo
Taninos
Intensidade aromática
Harmonização sugerida Carnes vermelhas grelhadas, Carne de tacho, Carne de Caça
Prémios Revista Grandes Escolhas - 17pts
  • Compre 3 por 13,25 € cada e poupe 5%
  • Compre 6 por 12,56 € cada e poupe 10%

Castas: Baga e Touriga Nacional
Álcool: 13%
Produção média: 9 000 garrafas

Algumas das suas uvas Baga provêm de vinhas velhas, mas nos anos em que não há garrafeira tinto e há reserva tinto, a totalidade das uvas das vinhas velhas destina-se a este vinho. Essas uvas são fermentadas entre 5 a 8 dias em lagar aberto e sem desengace (não se retiram os bagos do cacho). Depois, é feita uma remontagem com massas de madeira, várias vezes ao dia, até atingirem a intensidade correta. De seguida, o vinho acaba a fermentação em tonéis de madeira já antigos. Enquanto repousa é passado a limpo e estagia nos mesmos tonéis cerca de 18 meses. É engarrafado sem qualquer colagem ou filtragem. Todos estes processos são feitos manualmente.

Sobre o produtor

"Lá vai o Fausto para a sua Quinta das Bágeiras". Foi assim que a população da vila da Fogueira deu o nome ao projeto criado por Mário Sérgio Alves Nuno, em 1989.

A sua convicção é simples: queria que os seus vinhos fossem feitos com métodos tradicionais, sem tirar lugar à evolução da viticultura e da enologia. É por isso que todas as uvas são colhidas à mão, que os tintos são feitos em lagares sem leveduras adicionadas, e os espumantes não têm açúcar residual. Mário Sérgio Alves Nuno acredita que a qualidade sem identidade de nada vale.